julho 30, 2016

Quem somos

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A Fundação José Fernandes de Araújo (FJFA) é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir com a inclusão social, a construção da cidadania e de uma vida digna.

A instituição foi criada pelo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo, em 18 de junho de 1980, à época reitor da Universidade Católica de Minas Gerais/UCMG (atual PUC/MG).

Originalmente, a FJFA foi instituída com o objetivo de auxiliar financeiramente alunos carentes da Universidade Católica que não tinham condições de arcar com os custos das mensalidades. A partir de 2010, se organizou e se reestruturou para buscar novas vertentes de atuação sem, no entanto, perder o foco maior, que é apoiar alunos em situação de vulnerabilidade econômica a terem uma educação de qualidade.

Atualmente, são três as instituições com as quais a Fundação mantém parceria: Casa do Homem de Nazaré (CHN), Centro de Atendimento e Inclusão Social (CAIS) e Obra Social da Paróquia São Gabriel (OSPSG).

A FJFA é considerada de utilidade pública pela Prefeitura de Belo Horizonte (decreto nº 4693, de 31 de maio de 1984), pelo Governo do Estado de Minas Gerais (Lei nº 9.172, de 21 de maio de 1986) e pelo Governo Federal (decreto nº 89.986, de 24 de julho de 1984).

Filosofia

Ao conceder ajuda financeira a alunos com necessidades econômicas, a Fundação leva em conta que os benefícios devem ter um sentido social e cristão e ser multiplicadores de qualificação pessoal. Evita-se, portanto, toda forma paternalista de ajuda, promovendo formas de participação do beneficiário em seu próprio processo de formação e melhoria, além de, pela rotatividade do benefício, através do retorno, participar da melhoria de outros beneficiados.

Agindo assim, a Fundação visa a atuar como promotora de educação social e cristã, em direção ao senso de justiça e ao sentido do “outro”, tendo como fundamento uma consciência distributiva evangélica. A vinculação do bolsista com a Fundação, segundo a filosofia do seu fundador, Dom Serafim, não deve limitar-se aos compromissos de cláusulas contratuais, mas expandir-se, através do núcleo de acompanhamento e assessoramento entre as partes. O atendimento e orientação ao estudante, durante o seu curso, continuarão por meio da busca de condições para  encaminhamento profissional ao final do curso.